1.2. Pessoa e Cultura
Pessoa
A palavra
pessoa tem origem no latim
persona, que é "soar através". A palavra pessoa tem um significado que comprova que todos os humanos possuem os mesmos direitos e deveres perante a lei, comprovando dessa forma que todos os homens têm igual valor. A pessoa não é só um sujeito de direitos, mas também um objeto de dever. As pessoas são também utilizadas e caraterizadas como meios de obtenção de algo. Nos nossos dias, a palavra "pessoa" passou a desempenhar um diferente significado, passando a ver-se como "aquele que desempenha um papel na vida", por vezes a pessoa é designado como "um ser inteligente e pensante, dotado de razão e reflexão e que pode considerar-se a si mesmo aquilo que é, a mesma coisa pensante, em diferentes momentos e lugares".
"O substantivo feminino singular da língua portuguesa «pessoa» deriva etimologicamente da palavra latina
persona, também, substantivo feminino singular. No uso corrente, pessoa significa atualmente indivíduo, considerado em si mesmo, homem ou mulher, ser humano; personagem."
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Cultura
A palavra cultura vem do latim colere que tem como significado cultivar, e é um conceito com inúmeras definições, sendo a mais conhecida a definição formulada por Edward B. Tylor. Segundo Edward a cultura é "aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade". A palavra cultura pode também ser associada a altas formas de manifestação artística e/ou técnica da humanidade, como por exemplo a música erudita europeia. Num estudo realizado, encontrou-se pelo menos 167 definições para o termo cultura. A cultura confunde-se com as noções de: desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite, por ter sido associada ao conceito de civilização no século XVIII.
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Inteligência Artificial
O filme Inteligência Artificial retrata a história de uma família cujo filho está em coma, em congelamento. O seu pai trabalho numa empresa de robôs, relativamente parecidos com os seres humanos, sendo até necessário para uma possível distinção entre ambos, um teste especial para os distinguir: um dispositivo muito similar ao leitor de código de barras, que é apontado para a testa de uma pessoa, emitindo aquele que é um tipo de raio laser. Se for possível ver um algum circuito na pele da pessoa, significa que ela é um robô.
A empresa onde trabalhava o seu pai, chegou à conclusão que estava em falta em todos os robôs, uma caraterística fundamental, que era aquela que lhes permitia ter sentimentos. Fizeram testes e as mais variadas experiências, que fizeram surgir um menino-robô com a capacidade de amar. Esse menino acabou por ser entregue à família cujo o filho se encontra em coma, tendo como objetivo fazer do pequeno menino-robô, um menino "verdadeiro" capaz de substituir, dar e receber amor como um filho intitulado "normal". Esse menino-robô foi recebido, comportando-se inicialmente de forma fria, até ao momento em que a mulher, sua suposta mãe, que diz uma séria de "palavras-chave" que funcionaram como uma maneira de o fazer "acordar" para aquele que era o seu objetivo: amar como um menino comum. Quando passa a amar como um menino normal, o "verdadeiro" filho do casal acorda do coma, e volta para casa, criando entre o "filho robô" e a sua mãe uma certa distância, fazendo assim com que o menino robô se senti-se muito apegado à sua mãe, passando a chamá-la como tal e querendo fazer tudo para conquistar o seu amor, carinho e atenção.